A Renault (finalmente) lançou o novo Mégane nacional nesta quarta-feira (15 de Março), apenas na versão sedã – aparentemente o hatch não fez muito sucesso lá fora – apesar de extremamente inovador no design, acabou causando muita polêmica. Uma pena.

O sedã, fabricado em São José dos Pinhais, está sendo oferecido inicialmente apenas com motor 1.6 16V Hi-Flex, o mesmo do Clio. Com preços a partir de RS 54 mil, oferece freios ABS, airbags frontais, sistema de estabilização eletrônica EBD, direção com assistência elétrica variável, volante com regulagem de altura e profundidade, ar-condicionado, porta-luvas com refrigeração, computador de bordo, travamento automático das portas, controle elétrico dos vidros dianteiros com função one-touch, rodas de 15 polegadas, encosto do banco traseiro rebatÃvel e o cartão que substitui a chave. Para ligar o carro, coloca-se o cartão, que lembra um cartão compactflash das câmeras digitais, e depois é preciso apertar um botão com o pé na embreagem. No fim, parece mais complicado que a boa e velha chave, não? Mas vale ressaltar que todos esses equipamentos citados são de série, ou seja, em um paÃs ond um gol 1.0 com ar condicionado e trio elétrico custa 30 mil, não é um preço tão ruim, não? Até bem competitivo com a concorrência – Civic, Corolla, versão básica do Vectra e Ford Focus Sedan.

Sem dúvida, um carro de belas linhas.

O hatchback, que não vem para o Brasil, e sua polêmica traseira.
A Renault promete para breve a versão Dynamique, que pode vir com câmbio de 6 marchas ou automático com 4, além de itens de carro de luxo como limitador de velocidade, rodas de liga leve de 16 polegadas e melhor acabamento e começa em R$60 mil, também tendo uma versão com motor 2.0 16V que custa a partir de R$66 mil.

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